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Oncodermatologia


Por que realizo procedimentos somente no hospital particular
Mesmo procedimentos considerados pequenos na dermatologia como biópsias de pele, exéreses simples e pequenas cirurgias, continuam sendo procedimentos cirúrgicos. E, como qualquer cirurgia, envolvem riscos inerentes à anestesia, ao ato cirúrgico e à recuperação do paciente. Hospital São Rafael, Av. Raja Gabáglia, 1380 Por esse motivo, escolhi realizar meus procedimentos no ambiente do Hospital São Rafael, um hospital-dia localizado próximo ao meu consultório na Avenida Raja Ga

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
11 de mai.2 min de leitura


Consulta particular: o que está incluído?
A medicina que eu acredito exige tempo, atenção, autonomia e responsabilidade. Por isso, meu modelo de atendimento é realizado exclusivamente por meio de consulta particular, com emissão de nota fiscal após o atendimento, de forma transparente e ética. Durante a consulta, o paciente será ouvido com atenção, examinado, avaliado com dermatoscópio manual e orientado de maneira individualizada. Cada atendimento possui um tempo determinado, reservado para que a avaliação aconteça

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
11 de mai.1 min de leitura


Dra., minha consulta tem retorno?
Existe uma ideia muito difundida de que todo paciente teria direito automático a um “retorno gratuito”. No entanto, do ponto de vista ético e técnico, a situação é mais complexa e a própria regulamentação do Conselho Federal de Medicina (CFM) deixa isso claro. Placa de trânsito de retorno O que diz o CFM? Segundo a Resolução CFM nº 1.958/2010, o retorno médico sem nova cobrança ocorre quando há continuidade do ato médico. Isso significa que a consulta inicial ainda não foi co

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
11 de mai.2 min de leitura


A biópsia veio com "margens livres". Estou curado?
Receber o tão esperado resultado de biópsia informando “margens livres” costuma trazer um grande alívio. E, de fato, esse é um excelente sinal. Mas existe um detalhe importante que poucos pacientes conhecem: em patologia, “margens livres” não significa avaliação de 100% de toda a margem cirúrgica. E qual a importância disso? A importância é saber que margens livres não significa que o câncer de pele foi totalmente retirado. Pode trazer a falsa sensação de segurança e de que o

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
11 de mai.2 min de leitura


Olhe para sua orelha: você pode estar ignorando um câncer de pele
A orelha pode até parecer uma região discreta, mas quando falamos de câncer de pele, ela merece atenção redobrada. Isso porque faz parte da chamada zona H da face, uma área considerada de alto risco, onde tumores têm maior chance de comportamento agressivo, independentemente do tamanho. Os tipos mais comuns de câncer de pele na orelha são o carcinoma espinocelular, o carcinoma basocelular e, menos frequentemente, o melanoma. Existe um ponto importante aqui: diferente do que a

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
30 de abr.2 min de leitura


Região genital também pode ter câncer de pele: entenda os riscos
Quando falamos em câncer de pele, a maioria das pessoas pensa imediatamente no sol como principal causa. E isso faz sentido, já que a radiação ultravioleta é, de fato, o principal fator de risco para a maioria dos casos. Mas existe um ponto pouco conhecido e muito importante: o câncer de pele também pode surgir em áreas que praticamente não recebem sol, como a região genital. E isso costuma causar surpresa. A região genital é considerada uma área de risco para câncer de pele

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
30 de abr.3 min de leitura


Nem sempre é só o tamanho ou a velocidade: onde o câncer aparece faz toda diferença
Outro dia, no consultório, uma paciente me disse que estava tranquila com uma lesão no rosto porque ela crescia muito devagar e não doía. Essa é uma ideia comum. Muitas pessoas associam gravidade apenas à rapidez de crescimento. Mas, na dermatologia, a história não é tão simples assim. A verdade é que nem todo câncer de pele se comporta da mesma forma. E um fator que muitas vezes passa despercebido é a localização da lesão no corpo. Existem áreas anatômicas consideradas de ma

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
30 de abr.2 min de leitura


Transplante feito… e agora? O risco de câncer de pele que ninguém te contou
Receber um transplante de órgão sólido é, sem dúvida, um marco de vida. É recomeço, é sobrevida, é esperança. Mas existe um ponto importante que frequentemente fica fora da conversa inicial e que precisa ser trazido à luz: o risco de câncer de pele nesses pacientes é significativamente maior e não pode ser ignorado. A imunossupressão, essencial para evitar a rejeição do órgão, tem um custo biológico claro: ela reduz a capacidade do organismo de reconhecer e eliminar células t

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
27 de abr.3 min de leitura


Vitiligo diminui risco de câncer de pele: O que a ciência mostra
Receber o diagnóstico de vitiligo costuma gerar muitas dúvidas e uma das mais comuns é: “isso pode virar câncer de pele?” A resposta direta é: não, vitiligo não causa câncer de pele. Na verdade, a ciência mostra algo que surpreende muita gente: pessoas com vitiligo, em geral, têm menor risco de desenvolver câncer de pele quando comparadas à população geral. Mas como isso é possível? E será que isso significa que não há nenhum risco? Vamos esclarecer de forma simples com base

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
27 de abr.2 min de leitura


Albinismo aumenta o risco de câncer de pele
O albinismo é uma condição genética hereditária caracterizada pela redução da produção ou ausência completa de melanina (pigmento que dá cor à pele, aos cabelos e aos olhos). Mais do que uma característica estética, essa condição tem impacto direto na saúde, especialmente na forma como a pele reage ao sol. A melanina funciona como uma espécie de “protetor solar natural” para as células da pele. Quando ela está ausente ou em quantidade muito reduzida, a pele fica extremamente

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
27 de abr.3 min de leitura


Sol: o risco é real e ignorar isso não protege ninguém
Nos últimos anos, o debate sobre os riscos da exposição solar ganhou um novo ingrediente: a desinformação. Entre exageros e negações, muitos pacientes ficam perdidos entre o medo excessivo e a banalização perigosa. Este texto não é alarmista, é baseado em evidência científica sólida. E não há aqui conflito de interesse com a indústria de protetores solares. O objetivo é um só: esclarecer. A radiação ultravioleta do sol é sabidamente reconhecida como carcinógeno humano. Carcin

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
27 de abr.3 min de leitura


Câncer de pele: nem pânico, nem descaso. Entenda o risco real
Eu sei que receber qualquer diagnóstico com a palavra câncer é assustador. Mas quando falamos especificamente de câncer de pele, esse diagnóstico costuma provocar duas reações opostas: há quem entre em pânico imediato, e há quem minimize, achando que “é só tirar e pronto”. Nenhuma dessas posturas traduz bem a realidade. A verdade está no meio e ela depende do tipo de câncer de pele que estamos lidando. Primeiro, é importante entender que nem todo câncer de pele é igual. Exist

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
27 de abr.2 min de leitura


Por que eu uso dermatoscópio?
Muitos pacientes tem curiosidade de saber o que vemos através do dermatoscópio que nos ajuda tanto na prática clínica. Essa é uma das perguntas mais importantes e a resposta é porque o dermatoscópio nos permite ver o que o olho nu não consegue. A dermatoscopia é um exame não invasivo, indolor, que deve ser feito durante a consulta dermatológica. Ele permite ampliar e iluminar a pele, retirando reflexos indesejáveis e revelando estruturas mais profundas do que se veria a olho

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
25 de abr.3 min de leitura


Ceratose: o que o Lula vai tratar e quando você também deve se preocupar
Lula aparece com mancha na cabeça após procedimento para retirar acúmulo de pele, em fevereiro de 2026 — Foto: Mateus Bonomi/Reuters No dia 23 de abril de 2026, veio a notícia de que o presidente Lula passaria por um procedimento para tratar uma ceratose no couro cabeludo. Isso levantou dúvidas em muita gente e também fez com que várias pessoas se reconhecessem nessa situação, já que se trata de uma condição bastante comum, principalmente em pessoas mais velhas e em áreas da

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
24 de abr.2 min de leitura


O dilema do protetor solar: físico ou químico?
Recentemente tornou-se comum a dúvida em consultório: “Doutora, ouvi dizer que protetor químico faz mal...parei de usar e quero opção de um protetor físico." Diante de tantas informações alarmistas, é difícil saber o que é verdade e o que é "fake news". Se você já ficou em dúvida na hora de escolher, saiba: você não está sozinho. E a resposta não é “um é bom e o outro é ruim”, mas os dois funcionam e são seguros, mas agem de formas diferentes. O que diferencia um protetor fís

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
24 de abr.2 min de leitura


Câncer de pele é hereditário? Entenda sem medo qual o risco.
Uma pergunta frequente no consultório é: “Doutora, se alguém da minha família teve câncer de pele… isso significa que eu também vou ter?” Essa dúvida é muito comum e faz todo sentido. Quando a doença aparece na família, é natural pensar em herança genética e é natural ter medo. Mas o medo serve para te deixar alerta e preparado, não para te paralisar. Entenda de uma vez por todas na maioria dos casos, câncer de pele não é simplesmente “hereditário”, ou seja, não é porque seu

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
24 de abr.2 min de leitura


“Não mandou para biópsia porque era benigno”… e se não fosse?
Uma história comum no consultório: o paciente retira uma lesão “aparentemente benigna”, vai para casa tranquilo… e anos depois volta com uma alteração na cicatriz. A pergunta inevitável vem: “Doutora, afinal… o que era aquilo?” E aí está o problema: sem exame anatomopatológico ("biópsia"), essa resposta pode nunca existir. O que muita gente não sabe Mesmo lesões que parecem totalmente benignas podem não ser. Estudos mostram que cerca de 3% das lesões consideradas benignas cl

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
22 de abr.2 min de leitura


FPS 30,50 ou 100? O que realmente importa no protetor solar (e o que quase ninguém te explica)
“Doutora, eu uso FPS 100… então posso ficar mais tempo no sol, né?” Essa é uma das frases que mais escuto no consultório. E ela mostra como é fácil se perder no meio de tantos números, promessas e informações confusas. Se você já ficou na prateleira da farmácia sem saber se escolhia FPS 30, 50 ou 100, este texto é para você. Primeiro: o que é FPS, de verdade? O FPS, fator de proteção solar, mede a proteção contra a radiação UVB, que é a principal responsável pela queimadura s

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
22 de abr.3 min de leitura


Protetor solar causa câncer? Vamos falar com calma — e com ciência
Outro dia, no consultório, uma paciente me disse: “Doutora, eu parei de usar protetor. Li que ele causa câncer… e que antes nem existia isso.”Ela não estava sendo negligente, estava com medo. E medo, quando vem misturado com tanta informação desencontrada, realmente paralisa. Se você chegou até aqui com essa dúvida, eu quero te dizer: eu entendo sua preocupação. E é exatamente por isso que esse assunto merece ser explicado com clareza, sem exageros, nem para assustar, nem par

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
22 de abr.3 min de leitura


Cuidados com a ferida operatória em biópsias de pele: antes, durante e depois
A biópsia de pele é um procedimento frequente na dermatologia — e, muitas vezes, decisivo para o diagnóstico de doenças benignas e malignas. Apesar de parecer simples, ela envolve princípios cirúrgicos rigorosos. Entender os cuidados com a ferida operatória ajuda o paciente a participar ativamente do processo, reduzir riscos e valorizar o trabalho médico envolvido. Antes da biópsia: preparação também é cuidado O sucesso do procedimento começa antes mesmo da incisão. Avaliamos

Dra Amália Sathler- Oncodermatologista
22 de abr.2 min de leitura
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